
O estado do Maranhão foi inicialmente colonizado por franceses e depois por holandeses, até a consolidação do domínio português, o que explica seu riquíssimo patrimônio histórico, cultural e arquitetônico.
É o Estado brasileiro que apresenta a maior diversidade de ecossistemas em seu território, desde floresta amazônica e litoral a cerrados e pântanos. Possui um deserto repleto de água e o maior banco de corais da América Latina.
Cidade histórica que guarda em suas ruínas e casarões coloniais a memória da época em que foi o centro social e comercial do Maranhão.
Fundada em 1625 por jesuítas é considerada a mais antiga localidade do Maranhão. Sua população dedica-se a pesca, a cultura de frutas e hortaliças e um rico artesanato em renda de bilros.
Antiga aldeia de índios e centro de peregrinação e romarias, é ainda um belíssimo balneário situado de frente para a baía de São José.
Localizada a 850 Km de São Luís, são encontradas formações geológicas, de origem ainda não explicada, rios que passam sob pedras, grandes cachoeiras além de cavernas e grutas com inscrições ruprestes.
Um dos fenômenos geológicos mais interessantes do país. Situado no litoral norte do estado, possui 155.000 hectares de areias brancas, recortadas por lagos de águas doces e cristalinas. As dunas, que chegam a atingir a altura de um prédio de três andares, se movem ao sabor dos ventos.

Estado brasileiro localizado a oeste da região Nordeste. Tem como limites: oceano Atlântico (N), Piauí (L), Tocantins (S e SO) e Pará (O). Ocupa uma área de 333.365km2. A capital é São Luís. As cidades mais importantes são: São Luís, Imperatriz e Caxias.
Com altitudes reduzidas e topografia regular, apresenta um relevo modesto, com cerca de 90% da superfície abaixo dos 300 metros. Tocantins, Gurupi, Pindaré, Mearim, Parnaíba, Turiaçu e Itapecuru são os principais rios.
Sua economia se baseia na indústria (transformação de alumínio e alumina, alimentícia, madeireira), nos serviços, no extrativismo (babaçu), na agricultura (mandioca, arroz, milho) e na pecuária.
A região do Maranhão, dividida em duas capitanias, foi entregue por D. João III a Aires da Cunha e Fernando Álvares de Andrade, em 1535. Desde então, até o estabelecimento dos franceses em 1612 (França Equinocial), Portugal não tomou conhecimento da área.
Em 1615, os portugueses, liderados por Jerônimo de Albuquerque, expulsaram os franceses e, em 1624, instituíram o Estado do Maranhão e do Grão-Pará. Em 1641, os holandeses ocuparam a ilha de São Luís, de onde foram expulsos em 1644. A partir daí consolidou-se o domínio português. Em 1774, ocorreu a separação entre Maranhão e Grão-Pará.
A independência só foi aceita em 1823, em virtude da forte influência de Portugal, e após a intervenção do almirante Cochrane, a mando de D. Pedro I. Em 1831, irrompeu a Setembrada, pregando a expulsão dos portugueses e dos frades franciscanos, e, em 1838, a Balaiada, um movimento popular contra a aristocracia rural.
A economia entrou em decadência com a abolição da escravatura, só vindo a se recuperar durante a Primeira Guerra Mundial.
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