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O Estado do Pará, cuja Capital é Belém, também se encontra na região amazônica. Apresenta um relevo baixo e plano, dividido em áreas de várzea e terra firme. A planície abrange 58% de seu território e se encontra abaixo de 200m. Os 14% que ultrapassam a cota de 300m, são contituídos pelos planaltos Guiano, ao norte, e Central Brasileiro, no sul do Estado.

Situado em plena zona equatorial, experimenta elevadas temperaturas e alta pluviosidade. A média térmica anual está acima de 25ºC, caracterizando o clima tropical úmido do tipo monção, no qual o elevado total de chuvas anuais compensam a estação seca bem definida. São ocupados pela Floresta Amazônica 87% da superfície do Pará.

A pimenta é a cultura permanente predominante, sendo temporárias as culturas de arroz da várzea, malva, juta, mandioca, milho e feijão.

A extração da borracha e castanha-do-pará, a mineração de bauxita, calcários, sal marinho, ouro e diamantes, e as indústrias de alimentos, serrarias, cimento, tecidos, sabão, velas e beneficiamento da borracha, completam a produção e a economia do Pará.

Uma atração no Pará é a Ilha de Marajó, onde floresceu a civilização pré-colombiana Marajoara. Muitos descendentes ainda vivem, na ilha, e se vestem como seus ancestrais, em séculos atrás.

Outras cidades são Santarém, Bragança e Marabá.

Outro texto sobre ... emitido pelo Governo Federal

Pará (PA)

Bandeira do Estado

Estado brasileiro situado no centro da região norte. Tem como limites Suriname e Amapá (N), oceano Atlântico (NE), Maranhão e Tocantins (L), Mato Grosso (S), Amazonas (O), Roraima e Guiana (NO). Ocupa 1.253.164,5km2.

A capital é Belém. As cidades mais importantes são Belém, Santarém, Marabá, Altamira, Castanhal e Abaetuba. O relevo é baixo e plano; 58% do território se encontram abaixo dos 200 metros. As altitudes superiores a 500 metros estão nas serras de Carajás, Caximbinho e Acari.

Os rios principais são Amazonas, Tapajós, Tocantins, Jari e Pará. A economia se baseia no extrativismo mineral (ferro, bauxita, manganês, calcário, ouro, estanho) e vegetal, na agricultura, na pecuária e nas criações, e na indústria.

O Forte de Presépio, fundado em 1615 pelos portugueses, deu origem a Belém, mas a ocupação do território foi desde cedo marcada por incursões de holandeses e ingleses em busca de especiarias.

No século 17, a região, integrada à capitania do Maranhão e Grão-Pará, conheceu a prosperidade com a lavoura e a pecuária. Em 1774, desfez-se a integração. Em 1821, a Revolução Constitucionalista do Porto (Portugal) foi apoiada pelos paraenses, mas o levante acabou reprimido. As lutas políticas continuaram: a mais importante, a Cabanagem (1835), chegou a decretar a independência da província.

A economia cresceu rapidamente no século 19 e início do século 20 com a exploração da borracha. Com o declínio deste ciclo, veio a estagnação, da qual o Pará só saiu na década de 60, com o desenvolvimento agrícola do sul do Estado. Na década de 70, o crescimento foi acelerado com a exploração do ferro na serra de Carajás e do ouro em Serra Pelada.

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