No Estado de Pernambuco coexistem, em perfeita e surpreendente harmonia, o novo e o antigo, o rústico e o sofisticado, o litoral e o interior.
A beleza e o charme desses contrastes são logo percebidos na capital, Recife, cortada pelos Rios Capibaribe e Beberibe, com modernas avenidas e arranha-céus que convivem, lado a lado, com vielas e prédios coloniais.
O Arquipélago de Fernando de Noronha, com seus atrativos naturais e culturais, é parte integrante do território pernambucano.
O Estado oferece belas praias, muito sol e lindos passeios.
Fundada em 1535 e declarada Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade, pela UNESCO, em 1982, Olinda, com igrejas e casarões seculares é também o lugar do mais animado Carnaval de rua do Brasil. A 6km de distância da Capital.
Nas proximidades de Recife está Jaboatão, onde foi realizada a Batalha dos Guararapes que provocou a saída dos holandeses de Pernambuco. A Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres marca o local onde, após 30 anos de ocupação, começou a retirada.
Devem ser visitados:

Estado brasileiro localizado no centro-leste da região Nordeste. Tem como limites: Paraíba e Ceará (NO), oceano Atlântico (L), Alagoas e Bahia (S), e Piauí (O). Ocupa uma área de 98.937,8 km2.
A capital é Recife, os municípios mais populosos são: Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Caruaru, Paulista, Petrolina, Cabo e Vitória de Santo Antão. O relevo é moderado: 76% do território estão abaixo dos 600m. São Francisco, Capibaribe, Ipojuca, Una, Pajeú e Jaboatão são os rios principais. O clima é tropical.
A economia se baseia na agricultura (cana-de-açúcar, mandioca), pecuária e criações, bem como na indústria (alimentícia, química, metalúrgica, eletrônica, têxtil). O pau-brasil despertou a cobiça dos europeus talvez mesmo antes da descoberta do Brasil.
Em 1534, a capitania de Pernambuco foi doada a Duarte Coelho, que fundou Recife e Olinda, e iniciou a cultura da cana-de-açúcar, que teria importante papel na história econômica do país.
Entre 1630 e 1654, ficou sob o domínio holandês, passando por importantes transformações culturais, econômicas e sociais no governo do príncipe Maurício de Nassau. O sentimento nativista e autonomista, decorrente da expulsão dos holandeses, acabou provocando a Guerra dos Mascates (entre Olinda e Recife), em 1711.
A partir desse momento e com a decadência da produção açucareira, a região entrou em declínio. No século 19, Pernambuco foi cenário de uma série de revoltas separatistas, verificadas em 1811 (Conspiração dos Suaçunas), 1817 (Revolução Pernambucana), 1825 (Confederação do Equador) e 1848 (Revolução Praieira).
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