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Situado entre os dois maiores pólos do Turismo Regional - Salvador e Recife - Sergipe se estende por 21.994 Km², desde o sertão até o Oceano Atlântico, o rio São Francisco, ao norte, e o rio Real, ao sul, representado por locais de rara beleza e dotados da infra-estrutura que proporciona ao turista uma estada confortável.

Bem distribuída, a partir de Aracaju, a sua bela e encantadora capital, a oferta turística de Sergipe está simbolizada por suas praias - Atalaia Velha, Atalaia Nova, Abaís, em Estância; Caueira, em Itaporanga D'Ajuda; Pirambu no município do mesmo nome - Muitas das quais ainda naturais; pelo seu fabuloso patrimônio histórico e artístico, cujos melhores acervos se encontram em São Cristóvão, a quarta cidade mais antiga do Brasil; Laranjeiras, centros das atividades agrícolas voltadas para a fabricação do açucar, e Tomar do Geru, onde os jesuítas deixaram um dos mais belos templos do período colonial; pelo seu artesanato, recolhido ao Centro de Turismo e Comercialização Artesanal, em Aracaju; e pelas manifestações autênticas do seu Folclore, tão marcado pelos elementos étnicos que formaram o homem brasileiro.

Merecem visitas especiais os Museus de Arte Sacra e Histórico de Sergipe, o conjunto de Praça São Francisco, os prédios da Assembléia e do Palácio Provincial, as Igrejas da Misericórdia (Orfanato Imaculada Conceição), da Ordem Terceira do Carmo e de Nossa Senhora da Vitória (Matriz). Em cada um desses monumentos o visitante encontrará a marca do passado e a alma do tempo. São Cristóvão hoje caminha para o futuro sem perder os encantos do passado.

Outro texto sobre ... emitido pelo Governo Federal

Sergipe (SE)

Bandeira do Estado

Estado brasileiro localizado na região Nordeste. Tem como limites: Alagoas (NO), oceano Atlântico (O) e Bahia (S e O). Ocupa uma área de 22.050,4km2. Sua capital é a cidade de Aracaju.

Suas cidades mais populosas são Aracaju, Lagarto, Itabaiana e Estância. Cerca de 85% do território está a menos de 300m de altitude, com predominância de terras planas ou levemente onduladas. São Francisco, Vaza-Barris, Sergipe, Japaratuba, Piauí e Real são os rios principais e o clima é tropical.

A economia se baseia no extrativismo (petróleo e gás natural), na agricultura (laranja, cana-de-açúcar, coco) e na pecuária.

Em 1575, os jesuítas tentaram colonizar as terras sergipanas, mas apenas em 1590 os indígenas foram derrotados definitivamente por Cristóvão de Barros, fundador do forte e do arraial de São Cristóvão.

Entre 1637 e 1645, Sergipe esteve sob o domínio dos holandeses, período no qual sua economia foi bastante prejudicada. Com a recuperação das terras pelos portugueses, desenvolveu-se a cultura canavieira e a criação de gado.

Em 1820, tornou-se uma capitania autônoma, desmembrada da Bahia. As plantações de algodão passaram a ter importante papel na economia deste período.

Em 1855, a capital foi transferida de São Cristóvão para o arraial de Aracaju.

Na segunda metade do século 19, Tobias Barreto e Sílvio Romero projetaram Sergipe no panorama cultural do país. Na vida política, porém, ocorreram revoltas causadas pela interferência do governo central.

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